È muito difícil encarar a questão “não estou aonde quero” ou ainda pior “não estou fazendo o que gosto”. É difícil, mas óbvia.
Para ser bem sincera, eu desconheço a plena satisfação profissional (ainda). Aquela que voce se sente feliz todos os dias e acorda feliz e adora os desafios que vai enfrentar, de forma empolgante e enérgica. Na verdade, eu nem sei se isso de fato existe. Claro que tem dias que AMO o que faço, os desafios e etc. Mas tem os dias que eu não sei nem se fiz o curso certo.
Faz parte? É insegurança? É incompetência ou ainda, infelicidade gratuita? N.D.A.
Para mim, nada tem resposta, tudo tem saída. Respostas certas e prováveis, nunca (até porque, se tem, não vale de nada a resposta absoluta – não somos absolutos e não podemos exigir respostas fechadas).
Eu tenho 22 anos. Amo animais, natureza, marketing, psicologia, cozinhar, cuidar de casa, RH, inovação, pesquisa, planejamento, redes sociais, internet, escrever, ler, conhecer, entender, duvidar, questionar, criticar, amar, lugares, pessoas, problemas, soluções, agradar, resolver... (e a lista não tem fim).
E isso me deixa feliz. O gosto por tudo que mostra vida. Gosto, então, de tudo que tem vida ou exige vida, energia, humanidade. E como, alguém que gosta de coisas tão distintas pode, pelo amor de Deus, não ter dúvidas, se questionar e etc?
Já fiz publicidade. Já desisti de publicidade. Já fiz veterinária. E, pensei bem, desisti de veterinária (agradeçam, animais). E voltei a fazer publicidade. Normal? Ainda não sei.
Essas palavras soltas e desabafos não são pra mostrar que tem alguém mais louca que você no mundo. Mas se você ficar mais feliz assim, pode dar essa interpretação TAMBÉM. Mas não SÒ essa.
Estou aqui pra falar: agradeça. Agradeça todos os dias sua insatisfação profissional, suas duvidas, incertezas e indecisões. Elas são vitais pro nosso crescimento. Quem nãos as tem hoje, as terá mais tarde, podendo dar mais problemas do que nos dias atuais (devido ao cargo de alta responsabilidade que provavelmente já terá alcançado).
Então, você, jovem que vive um mundo de interrogações: BEM VINDO. Sente-se, acomode, vamos nos abraçar.
O desenvolvimento humano só vem quando temos problemas e temos que encarar e resolver. Ninguém iria comer se não fosse o problema fome. Ninguém iria crescer se não fosse o problema insatisfação.
Eu ainda sonho, sim, com aquele trabalho lindo, delicioso que me deixa feliz só de pensar em exercê-lo. Aquele trabalho em uma grande empresa, que me dá muitas responsabilidades, mas que também me dê espaço para apenas ser eu. Aquele trabalho que os desafios motivam, os problemas dão energia e que dê para viver de forma não-estressante. Tá bom, sou idealista. Isso não existe, eu sei. Mas minha mente não sabe (graças a Deus).
Só sonhando que se desconstrói a realidade, transforma, modifica. Só os questionamentos nos ensina que não há respostas, apenas caminhos que cabe a cada um escolher.
Esse texto pode não ter te ensinado como encarar sua insatisfação. Mas talvez te faça refletir que ela é saudável e só vai te ajudar a ser alguém bem melhor no futuro.
(atualmente minhas dúvidas são: atuar em planejamento em agencias, inteligência de mercado em empresas, marketing de sustentabilidade, marketing em mídias sociais ou ainda atuar como com ombudsman ou algo que resolva os problemas das pessoas com as empresas – sabe aquele probleminha com tua operadora e que te faz trocar? Queria ser alguém que resolva isso. Eu sei lá, viu. Queria também trabalhar no Instituto Akatu, ajudar o mundo, as pessoas...ah, é muita duvida pra um ser só)
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
A sustentabilidade que ainda não existe
Eu nunca trabalhei em uma grande corporação para saber como é o relacionamento das empresas com a sustentabilidade. Minhas conclusões a respeito vêm através do mercado de trabalho e eu raramente vi uma empresa que busca profissionais na área de “gerente de sustentabilidade” ou algo do gênero. Como exemplo, é só olhar como o twitter do @tramposverdes que não tem NENHUMA vaga divulgada que realmente condiz com um papel de responsabilidade com o meio ambiente dentro de uma empresa. E se uma empresa não contrata, obviamente não há responsáveis pela área, então...não há sustentabilidade!
Minha impressão é que temos algumas grandes empresas realmente engajadas com a causa, porém não há linearidade nas práticas sustentáveis. E algumas que apenas dizem ser ecologicamente corretas, sem saber que isso é apenas a ponta do iceberg. Ah, sem esquecer que a maioria não pensa realmente nisso.
Eu comparo o tema “Sustentabilidade” com “Redes Sociais” (de forma muito grosseira). Porque?
Simples. Redes sociais participam de nossa vida há muito tempo e a pouco tempo é que começaram a disparar informações e empregos na área, como analista de mídias sociais. Ou seja, algo que cresceu na sociedade antes e só depois as empresas captaram a idéia de associar as marcas nas redes de relacionamento. Podem esperar, o mercado de trabalho vai ter um boom em busca de profissionais preparados na área de responsabilidade ambiental, assim como aconteceu com as redes sociais e a internet como um todo.
Parece que vão esperar a falta para assim gerar demanda. Não agem com visão de futuro.
Sustentabilidade é muito discutida. Pouco praticada. Ninguém sabe exatamente o que isso significa (nem eu ta?!). Porém todos temos impressões de como poderia ser praticada, mas as empresas andam muito ocupadas pensando nos lucros.
Sabe porque? Porque sustentabilidade de uma empresa não é SÓ ajudar no reflorestamento de arvores ou patrocinar ações grandiosas em prol do meio ambiente. Sustentabilidade vem de DENTRO para FORA e não o inverso. E tenho a impressão de que isso nenhuma empresa entendeu.
Porque sustentabilidade é pensar na conta de água da sua empresa, no gastos com papel, tonner, locomoção dos funcionários, contas de energia, etc. Se eu não economizo dentro de casa, como posso falar para meu cliente que eu REALMENTE penso no desenvolvimento sustentável?
É cuidar do ambiente interno , porque colaboradores TAMBÉM são clientes e precisam sentir que a missão da empresa vai além de “vamos fazer uma ação sustentável porque ta na moda”. Será que sua empresa, que se diz ecologicamente correta, pensa em como voce, funcionário, age e pensa na sustentabilidade?
Vamos lá. Empresa não é empresa sem funcionários. E empresa sustentável não é sustentável sem funcionários engajados na causa.
Se a empresa ensina suas missões e valores, porque não ser um dos temas a sustentabilidade?
Minha impressão é que temos algumas grandes empresas realmente engajadas com a causa, porém não há linearidade nas práticas sustentáveis. E algumas que apenas dizem ser ecologicamente corretas, sem saber que isso é apenas a ponta do iceberg. Ah, sem esquecer que a maioria não pensa realmente nisso.
Eu comparo o tema “Sustentabilidade” com “Redes Sociais” (de forma muito grosseira). Porque?
Simples. Redes sociais participam de nossa vida há muito tempo e a pouco tempo é que começaram a disparar informações e empregos na área, como analista de mídias sociais. Ou seja, algo que cresceu na sociedade antes e só depois as empresas captaram a idéia de associar as marcas nas redes de relacionamento. Podem esperar, o mercado de trabalho vai ter um boom em busca de profissionais preparados na área de responsabilidade ambiental, assim como aconteceu com as redes sociais e a internet como um todo.
Parece que vão esperar a falta para assim gerar demanda. Não agem com visão de futuro.
Sustentabilidade é muito discutida. Pouco praticada. Ninguém sabe exatamente o que isso significa (nem eu ta?!). Porém todos temos impressões de como poderia ser praticada, mas as empresas andam muito ocupadas pensando nos lucros.
Sabe porque? Porque sustentabilidade de uma empresa não é SÓ ajudar no reflorestamento de arvores ou patrocinar ações grandiosas em prol do meio ambiente. Sustentabilidade vem de DENTRO para FORA e não o inverso. E tenho a impressão de que isso nenhuma empresa entendeu.
Porque sustentabilidade é pensar na conta de água da sua empresa, no gastos com papel, tonner, locomoção dos funcionários, contas de energia, etc. Se eu não economizo dentro de casa, como posso falar para meu cliente que eu REALMENTE penso no desenvolvimento sustentável?
É cuidar do ambiente interno , porque colaboradores TAMBÉM são clientes e precisam sentir que a missão da empresa vai além de “vamos fazer uma ação sustentável porque ta na moda”. Será que sua empresa, que se diz ecologicamente correta, pensa em como voce, funcionário, age e pensa na sustentabilidade?
Vamos lá. Empresa não é empresa sem funcionários. E empresa sustentável não é sustentável sem funcionários engajados na causa.
Se a empresa ensina suas missões e valores, porque não ser um dos temas a sustentabilidade?
terça-feira, 17 de agosto de 2010
O que as empresas AINDA não aprenderam
Metas a serem batidas “aumentar a carteira de clientes em 20%”, palestras motivacionais para os funcionários “Como conquistar mais clientes” e NADA é feito efetivamente a nosso favor, clientes-consumidores finais.
Parece que os grandes empresários faltaram à aulinha “Como manter seus clientes” ou “como conquistar seu cliente”. Isso perdeu valor em um mundo em que números são mais importantes do que a compreensão das necessidades e desejos.
Eu aprendi na faculdade que Marketing é, segundo Philip Kotler: “Identificar necessidades e desejos”, mas mais importante pra mim é uma definição de Peter Drucker que diz mais ou menos assim “Ser um profissional de marketing é, antes de tudo, ser cliente”. Ou seja, você antes de ser o mentor de marketing você também é consumidor e também obtém percepções do que se precisa e deseja de uma empresa.
Mas transformamos os profissionais em robôs especializados em tudo e, ao mesmo tempo, não entendendo nada, esqueceram que são consumidores e incorporaram o pior papel que se pode ter: ser muito profissional e pouco perceptivo.
De quem seria a culpa? Todos. Ou melhor, dos gestores das empresas que não obtém em seu organograma a profissão que se responsabiliza em cuidar de seus clientes, como cuidam dos novos. A profissão de “Gerente de novos negócios” ou a opção no atendimento automático “Aperte a tecla 1 se você pretende adquirir nossos produtos” e cadê o nosso botão de importância? Afinal, pagamos as contas de SUA empresa.
Nada adianta mostrar o paraíso em seus comerciais, em seu belo texto de missão e valores da empresa se você não cumpre suas premissas com os seus já clientes. Pode ser que não falte consumidores para vocês, empresas, mas com certeza poderiam ter muito mais, ou melhor, poderiam ter clientes apaixonados pelos seus serviços e/ou produtos e transformá-la em um case de sucesso em Relacionamento com Clientes.
Não adianta ter um excelente profissional de marketing para cuidar da imagem da empresa, se ninguém zela por essa imagem com sua atual carteira de consumidores!
Você já aprendeu a não subestimar a capacidade dos consumidores em propagar um péssimo atendimento ou serviço através do boca-a-boca e agora através das mídias sociais. E quando você vai aprender que, para reverter a situação é preciso reinventar o cargo de responsabilidade pelos clientes?
Alguém que não seja do telemarketing, que tenta sempre ajudar mas não tem autonomia de nada “infelizmente não posso estar te ajudando senhor” e alguém que não seja tão distante como o profissional de marketing, que não esta pronto para atender diversas ligações de reclamação e sugestão. Precisamos urgentemente de um conciliador a todos os clientes insatisfeitos e, antes mesmo da insatisfação, responder positivamente aos pedidos dos consumidores.
Vamos ao caso da Riachuelo, profissionais despreparados em solucionar problemas. Será que, alguém da empresa, depois de ver esse vídeo foi atrás dessa consumidora, buscando diminuir os danos causados com essa mulher? Até onde sei, a única coisa feita foi demitir os profissionais que a fizeram limpar o tapete. Mas será que isso basta?
Parece que os grandes empresários faltaram à aulinha “Como manter seus clientes” ou “como conquistar seu cliente”. Isso perdeu valor em um mundo em que números são mais importantes do que a compreensão das necessidades e desejos.
Eu aprendi na faculdade que Marketing é, segundo Philip Kotler: “Identificar necessidades e desejos”, mas mais importante pra mim é uma definição de Peter Drucker que diz mais ou menos assim “Ser um profissional de marketing é, antes de tudo, ser cliente”. Ou seja, você antes de ser o mentor de marketing você também é consumidor e também obtém percepções do que se precisa e deseja de uma empresa.
Mas transformamos os profissionais em robôs especializados em tudo e, ao mesmo tempo, não entendendo nada, esqueceram que são consumidores e incorporaram o pior papel que se pode ter: ser muito profissional e pouco perceptivo.
De quem seria a culpa? Todos. Ou melhor, dos gestores das empresas que não obtém em seu organograma a profissão que se responsabiliza em cuidar de seus clientes, como cuidam dos novos. A profissão de “Gerente de novos negócios” ou a opção no atendimento automático “Aperte a tecla 1 se você pretende adquirir nossos produtos” e cadê o nosso botão de importância? Afinal, pagamos as contas de SUA empresa.
Nada adianta mostrar o paraíso em seus comerciais, em seu belo texto de missão e valores da empresa se você não cumpre suas premissas com os seus já clientes. Pode ser que não falte consumidores para vocês, empresas, mas com certeza poderiam ter muito mais, ou melhor, poderiam ter clientes apaixonados pelos seus serviços e/ou produtos e transformá-la em um case de sucesso em Relacionamento com Clientes.
Não adianta ter um excelente profissional de marketing para cuidar da imagem da empresa, se ninguém zela por essa imagem com sua atual carteira de consumidores!
Você já aprendeu a não subestimar a capacidade dos consumidores em propagar um péssimo atendimento ou serviço através do boca-a-boca e agora através das mídias sociais. E quando você vai aprender que, para reverter a situação é preciso reinventar o cargo de responsabilidade pelos clientes?
Alguém que não seja do telemarketing, que tenta sempre ajudar mas não tem autonomia de nada “infelizmente não posso estar te ajudando senhor” e alguém que não seja tão distante como o profissional de marketing, que não esta pronto para atender diversas ligações de reclamação e sugestão. Precisamos urgentemente de um conciliador a todos os clientes insatisfeitos e, antes mesmo da insatisfação, responder positivamente aos pedidos dos consumidores.
Vamos ao caso da Riachuelo, profissionais despreparados em solucionar problemas. Será que, alguém da empresa, depois de ver esse vídeo foi atrás dessa consumidora, buscando diminuir os danos causados com essa mulher? Até onde sei, a única coisa feita foi demitir os profissionais que a fizeram limpar o tapete. Mas será que isso basta?
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Os ‘Preferiti’
Bom, pelo meu primeiro post deu pra perceber que tento ser justa, não fico vangloriando minha edição e deturpando o Aprendiz 7, mas convenhamos: o nível ta baixo.
Não to falando de competência na prova, pq até ai tudo igual. Acertam, erram feio, perdem por pouco, perdem de lavada...nas provas o desempenho é equilibrado.
Mas na sala de reunião...vejo apenas pessoas que não tem argumentação. Concordam com tudo que Joao Doria diz, alou! Discordar é legal galera, a gente não é obrigado a concordar com tudo só pq ele é o chefe!Balançam a cabeça, levantam dedinho e não expressam sua real vontade de estar no programa, não defendem a sua permanência com unhas e dentes, convictos de suas capacidades.Uma palavra: apáticos
Agora, vamos começar a falar daqueles que eu tenho como meus preferiti e que, para mim, tem competência de sobra e, mesmo não ganhando e chegando até a final já tem minha consideração
Danny Joszef – Autentico. È assim que consigo te definir. Você pode ter um desempenho mediano, não ser o melhor e nem chegar na final, mas sua autenticidade me chama a atenção.
Gabriela Gaspari – Engenhosa. A sala de reunião com você é outra coisa, se defende como NINGUEM. Aponta o dedo, julga, responde, retruca. ADORO! Mas, ser engenhosa tem seu Q de maldade. Não pensa duas vezes ao apontar o dedo nos erros dos outros, independente do que ela disse antes, se você estiver na reta dela, esquece!Porem, isso eu não posso aprofundar, não tenho conhecimento o bastante para tal. Mas sua competência é inquestionável, nem Joao Doria conseguiu esconder sua leve preferência por ela.
Samara – Jogadora. Serena, calma, tranqüila, competente (pelo que parece) e muito, mais muito jogadora! Sempre faz sua função muito bem, não fica mal com ninguém, mas também não fica em cima do muro. Fala dos erros dos outros, mas é tão sutil que os julgados não conseguem carregar raiva dela. Faz tudo de forma tão correta que seu desempenho não entra nem em questão na sala de reunião, seu erros viram errinhos perto dos demais. Talvez seja seu carisma que conquistou a todos lá dentro, talvez seja sua serenidade que põe a cabeça dos eufóricos aprendizes no lugar. Ainda não sei definir, mas você é competente profissional e, acima de tudo, competente jogadora (não no sentido negativo do termo)
Caio Delforno – Empreendedor. Esse aí tem qualidades de um profissional, não de um amador. Talvez seja o menos universitário de todos. Age com competência, sabe falar, sabe se defender, sabe acusar de forma clara, objetiva e inteligente. Estratégico.
Rodrigo Solano – Batalhador. Ele me ganhou. E merece ganhar o programa. Não é porque ele é mega competente, é porque de todos que estão lá dentro, é o que tem TALENTO e FORÇA DE VONTADE, independente das oportunidades da vida. É aquele que não teve experiência no exterior, não conhece diversas culturas, não é o cara que conhece tudo e não domina varias línguas por não ter tido oportunidades. Mas para mim, isso tudo é secundário, pois o dinheiro paga isso tudo. Agora, no meio das diversidades da vida conseguir seu lugar ao sol, isso sim é difícil. É poder se destacar perante os demais, mesmo aqueles que tem muito mais domínio que você. Você é batalhador. Luta, vai atrás, você QUER, você CONSEGUE! Ético, respeitoso, carismático, jogador, competente, sonhador. Pode ser que você não ganhe, seus concorrentes são bastante perigosos, você ainda tem muito a viver e aprender. Não sei, posso estar sendo exagerada, mas para mim sua estória de vida de luta e garra está escrito na sua testa.
Não to falando de competência na prova, pq até ai tudo igual. Acertam, erram feio, perdem por pouco, perdem de lavada...nas provas o desempenho é equilibrado.
Mas na sala de reunião...vejo apenas pessoas que não tem argumentação. Concordam com tudo que Joao Doria diz, alou! Discordar é legal galera, a gente não é obrigado a concordar com tudo só pq ele é o chefe!Balançam a cabeça, levantam dedinho e não expressam sua real vontade de estar no programa, não defendem a sua permanência com unhas e dentes, convictos de suas capacidades.Uma palavra: apáticos
Agora, vamos começar a falar daqueles que eu tenho como meus preferiti e que, para mim, tem competência de sobra e, mesmo não ganhando e chegando até a final já tem minha consideração
Danny Joszef – Autentico. È assim que consigo te definir. Você pode ter um desempenho mediano, não ser o melhor e nem chegar na final, mas sua autenticidade me chama a atenção.
Gabriela Gaspari – Engenhosa. A sala de reunião com você é outra coisa, se defende como NINGUEM. Aponta o dedo, julga, responde, retruca. ADORO! Mas, ser engenhosa tem seu Q de maldade. Não pensa duas vezes ao apontar o dedo nos erros dos outros, independente do que ela disse antes, se você estiver na reta dela, esquece!Porem, isso eu não posso aprofundar, não tenho conhecimento o bastante para tal. Mas sua competência é inquestionável, nem Joao Doria conseguiu esconder sua leve preferência por ela.
Samara – Jogadora. Serena, calma, tranqüila, competente (pelo que parece) e muito, mais muito jogadora! Sempre faz sua função muito bem, não fica mal com ninguém, mas também não fica em cima do muro. Fala dos erros dos outros, mas é tão sutil que os julgados não conseguem carregar raiva dela. Faz tudo de forma tão correta que seu desempenho não entra nem em questão na sala de reunião, seu erros viram errinhos perto dos demais. Talvez seja seu carisma que conquistou a todos lá dentro, talvez seja sua serenidade que põe a cabeça dos eufóricos aprendizes no lugar. Ainda não sei definir, mas você é competente profissional e, acima de tudo, competente jogadora (não no sentido negativo do termo)
Caio Delforno – Empreendedor. Esse aí tem qualidades de um profissional, não de um amador. Talvez seja o menos universitário de todos. Age com competência, sabe falar, sabe se defender, sabe acusar de forma clara, objetiva e inteligente. Estratégico.
Rodrigo Solano – Batalhador. Ele me ganhou. E merece ganhar o programa. Não é porque ele é mega competente, é porque de todos que estão lá dentro, é o que tem TALENTO e FORÇA DE VONTADE, independente das oportunidades da vida. É aquele que não teve experiência no exterior, não conhece diversas culturas, não é o cara que conhece tudo e não domina varias línguas por não ter tido oportunidades. Mas para mim, isso tudo é secundário, pois o dinheiro paga isso tudo. Agora, no meio das diversidades da vida conseguir seu lugar ao sol, isso sim é difícil. É poder se destacar perante os demais, mesmo aqueles que tem muito mais domínio que você. Você é batalhador. Luta, vai atrás, você QUER, você CONSEGUE! Ético, respeitoso, carismático, jogador, competente, sonhador. Pode ser que você não ganhe, seus concorrentes são bastante perigosos, você ainda tem muito a viver e aprender. Não sei, posso estar sendo exagerada, mas para mim sua estória de vida de luta e garra está escrito na sua testa.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
APENAS valores
Não, não vou conseguir falar da péssima tarefa que as duas equipes fizeram, do horário curtíssimo de execução e pra finalizar uma recompensa bem tosca.
Isso pra mim nada importa. Agora vou falar de valores.
Conrado, péssimo líder, falta de inteligência emocional, faltou equilíbrio, postura, firmeza. Mas até ai, nada do que muitos lá não demonstraram ou demonstrarão no decorrer do programa. Mas até aí demonstrou ser pessoa de boa índole, humilde, reconhece seus erros – ter acima de tudo – valores
Aimee, não sei o que dizer dela, não me lembro de algo significativo que ela tenha feito para poder caracterizá-la. Mas hoje, vi algo nada agradável.
Primeiro de tudo: Quando a pergunta feita foi: “Diga-me sobre você...” ela fugiu do objetivo, focando no líder e seus erros para justificar os seus. Competência seria aproveitar a oportunidade para dar mais relevância as suas próprias atitudes positivas. A defesa, nesse caso, é SIM o melhor ataque.
Contra suas qualidades, não há boca. Contra as suas atitudes, não há teorias.
Olhar para si mesmo é uma qualidade importantíssima em um profissional.
E, além disso, ao falarmos de questões que envolvam caráter; não há distinção entre pessoal e profissional. Se ela é uma pessoa que age de má fé com os amigos, como agirá em seu ambiente de trabalho?
Índole ultrapassa barreiras do profissional x pessoal.
Não foi apenas um levantamento delicado, não foi uma quase acusação. Foi um ato de covardia. Na falta de qualidades suficientes para se sobressair, fez o mais fácil: empurrar culpas.
Aquilo deveria ter acabado. Nem precisava ter começado. Queríamos saber dos pontos da tarefa e não ouvir acusações indelicadas.
Conrado, pra mim, você sairia. Até a segunda parte da sala começar. Mas, depois do que vi, nada me convenceria ao contrario de que Aimee deveria ser demitida.
Doria, você errou. E feio.
Voce pode ser bobo, chorão, ou o que for. Mas tendo caráter, você vai a qualquer lugar.
Voce sendo esperto, inteligente ou o que for. Não tendo caráter, nada te levara a lugar algum
Pode ser piegas, pode ser romântico, pode parecer ridículo.
Mas não importa. Isso são valores.
Isso pra mim nada importa. Agora vou falar de valores.
Conrado, péssimo líder, falta de inteligência emocional, faltou equilíbrio, postura, firmeza. Mas até ai, nada do que muitos lá não demonstraram ou demonstrarão no decorrer do programa. Mas até aí demonstrou ser pessoa de boa índole, humilde, reconhece seus erros – ter acima de tudo – valores
Aimee, não sei o que dizer dela, não me lembro de algo significativo que ela tenha feito para poder caracterizá-la. Mas hoje, vi algo nada agradável.
Primeiro de tudo: Quando a pergunta feita foi: “Diga-me sobre você...” ela fugiu do objetivo, focando no líder e seus erros para justificar os seus. Competência seria aproveitar a oportunidade para dar mais relevância as suas próprias atitudes positivas. A defesa, nesse caso, é SIM o melhor ataque.
Contra suas qualidades, não há boca. Contra as suas atitudes, não há teorias.
Olhar para si mesmo é uma qualidade importantíssima em um profissional.
E, além disso, ao falarmos de questões que envolvam caráter; não há distinção entre pessoal e profissional. Se ela é uma pessoa que age de má fé com os amigos, como agirá em seu ambiente de trabalho?
Índole ultrapassa barreiras do profissional x pessoal.
Não foi apenas um levantamento delicado, não foi uma quase acusação. Foi um ato de covardia. Na falta de qualidades suficientes para se sobressair, fez o mais fácil: empurrar culpas.
Aquilo deveria ter acabado. Nem precisava ter começado. Queríamos saber dos pontos da tarefa e não ouvir acusações indelicadas.
Conrado, pra mim, você sairia. Até a segunda parte da sala começar. Mas, depois do que vi, nada me convenceria ao contrario de que Aimee deveria ser demitida.
Doria, você errou. E feio.
Voce pode ser bobo, chorão, ou o que for. Mas tendo caráter, você vai a qualquer lugar.
Voce sendo esperto, inteligente ou o que for. Não tendo caráter, nada te levara a lugar algum
Pode ser piegas, pode ser romântico, pode parecer ridículo.
Mas não importa. Isso são valores.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Uma nova forma de ver e viver o Aprendiz 7
Saudades....vendo o programa Aprendiz 7meu deu muitas saudades...e muita vontade de estar lá de novo, fazendo tudo outra vez, vivendo tudo mais uma vez...
Mas não tenho preciosismo pela minha edição, não vou erguer uma bandeira AP6 x AP7 porque isso não existe. Cada edição marca de uma forma, cada candidato é um “personagem” lá dentro com sua história, cada programa tem seus pontos fracos e baixos, nada é melhor ou pior, é tudo DIFERENTE. Mas apesar de sabermos disso, gostamos das comparações (faz parte, natural!) e não lidamos muito bem com o novo, com mudanças. As alterações sempre causam estranhamento , até que essa mudança não seja mais novidade.
O Roberto Justus teve 6 edições para mostrar seu perfil e se enganam aqueles que pensam que ele entrou no Aprendiz bafando, ele mesmo nos disse que cada edição era um aprendizado novo, pois não é fácil decidir o rumo dos participantes. Já confessou seus medos, inseguranças e incertezas que rolaram, fora que seu posicionamento na 6º edição não é só pq ele é um bom apresentador, o seu sucesso foi devido a experiência com outras 5 edições.
O João Dória é um ótimo apresentador, líder e profissional. Percebo muito profissionalismo nele e algo melhor ainda: senso de justiça e humanidade.
Foi muito bom vê-lo levando para sala de reunião fotos e comparando a todo o momento as duas equipes, apontou muito bem os erros. Ele soube aproveitar seus conselheiros, ele sabe que aquilo é uma equipe e que importa muito ouvir àqueles que estão lá para ajudá-lo. È claro, com o tempo a tendência é melhorar.
O que percebi é que Doria se mostrou muito disponível ao avaliar de perto as equipes e seu desempenho, pareceu interado com tudo que aconteceu porque viu e não porque só passaram um resumo dos acontecimentos.
Roberto é ótimo, marcou o programa. Dória tem tudo para ter o mesmo sucesso ou mais, com uma abordagem bem diferente.
Quanto aos nossos aprendizes: Adorei a liderança do PAN, se mostrou sereno, soube controlar sem opressão e sem stress. Foi muito sábio ao dizer que o que importava não era que a idéia de fulana ou de ciclana fosse feita, mas que a equipe fizesse o melhor trabalho. O que é muito difícil, porque a ansiedade de mostrar serviço na primeira prova é muito grande.A equipe fez um excelente trabalho, não vou detalhar o que achei de cada participante até pq não tenho nem argumentos, visto que o 1º programa não consegue nos dar base para análise, apenas primeiras percepções daqueles que tiveram papel de destaque, como os líderes.
O erro foi claro da equipe de Renata: atendimento. Por não ter experiência profissional isso pode ter afetado seu rendimento, não que isso seja necessário para se dar bem no programa, mas lá também contamos muito com a sorte. Ela estava em destaque por ser a primeira líder e a prova pedia um pouco mais de conhecimento pratico como, por exemplo, não interpretar o briefing e passar sua interpretação para a equipe e sim apenas absorve-lo e, junto com a equipe, fazer uma análise do que foi pedido. Erros acontecem, não importa quantas edições tenham, se exemplos fossem suficientes para aprendermos, já nasceríamos sábios, pois quantas coisas fazemos na vida e temos que escutar: eu avisei. A absorção de aprendizado por exemplos vistos vai de cada pessoa, mas nunca vai ter a eficiência do que aprender na pele, sentindo, sofrendo, errando e analisando.
Renata Bacha, ser primeira líder não é fácil, acho que é uma das partes mais difíceis do programa. Você não conhece o perfil de trabalho de sua equipe. Você tem idéia, mas não sabe o que esperar de cada um. Voce não sabe como lidar com algumas situações que viram bobas no decorrer das provas, como administração do dinheiro, das idéias, dos acontecimentos, da emoção, “será que sou uma boa líder”, “será que ta certo”, enfim. Nas próximas tarefas os participantes já vão saber lidar com algumas coisas aprendidas e vividas na tarefa passada e vão saber o que podem fazer ou não.
Ser líder na derrota é mais complicado ainda quando se tem uma equipe equilibrada, onde não teve nenhum integrante que se destoou negativamente dos demais, onde tudo está de igual pra igual. Não importa o que tenha feito, a responsabilidade de tudo sempre é do líder.
Achei um primeiro episódio coerente, não houve julgamentos equivocados e decisões mal tomadas e o melhor é que ninguém foi colocado na cruz, de forma tão agressiva que nem eu me senti e que nem o Guilherme certamente sentiu, não foi uma edição óbvia e não fez da eliminada um poço de incompetência.
Confesso que não gostei do estilo da musica de abertura, mas a abertura ficou LINDA, criativa, demais!Adorei!
Enfim, pelo primeiro capitulo acho que não há mais nada a se dizer: Com certeza, marcamos muito e muito bem nossa edição, fizemos o trabalho direitinho, mostramos garra, força e determinação (BEST é garra, força e determinação...lembram?!). Mostramos que somos ótimos e que sim, vamos fazer falta pra muita gente. Mas é preciso saber dar aos novatos a oportunidade de mostrar para o que vieram. A melhor lição do Aprendiz é saber perder dignamente e saber olhar com otimismo uma edição com mesmo foco da nossa e poder falar: espero que façam melhor do que fizemos. Eu realmente espero (pelo menos me policio para tal). Quem deve ganhar nisso tudo é o telespectador, que deve sempre lembrar de nós, mas saber que o programa é uma evolução e não uma regressão na qualidade.
Parabéns, a produção, edição, aprendizes, apresentador e conselheiros.
Mas eu espero, da próxima vez, ver mais emoção na cara dos aprendizes, mais força, mais argumentação, quero ver o circo pegar fogo de emoções. Afinal, esse é o bom de ser universitário:as emoções afloram a nossa pele e isso é lindo. Chorem (ta, não precisa de tanto como eu fiz!ahhahahah), se emocionem, lutem, sintam, vivam...
Mas não tenho preciosismo pela minha edição, não vou erguer uma bandeira AP6 x AP7 porque isso não existe. Cada edição marca de uma forma, cada candidato é um “personagem” lá dentro com sua história, cada programa tem seus pontos fracos e baixos, nada é melhor ou pior, é tudo DIFERENTE. Mas apesar de sabermos disso, gostamos das comparações (faz parte, natural!) e não lidamos muito bem com o novo, com mudanças. As alterações sempre causam estranhamento , até que essa mudança não seja mais novidade.
O Roberto Justus teve 6 edições para mostrar seu perfil e se enganam aqueles que pensam que ele entrou no Aprendiz bafando, ele mesmo nos disse que cada edição era um aprendizado novo, pois não é fácil decidir o rumo dos participantes. Já confessou seus medos, inseguranças e incertezas que rolaram, fora que seu posicionamento na 6º edição não é só pq ele é um bom apresentador, o seu sucesso foi devido a experiência com outras 5 edições.
O João Dória é um ótimo apresentador, líder e profissional. Percebo muito profissionalismo nele e algo melhor ainda: senso de justiça e humanidade.
Foi muito bom vê-lo levando para sala de reunião fotos e comparando a todo o momento as duas equipes, apontou muito bem os erros. Ele soube aproveitar seus conselheiros, ele sabe que aquilo é uma equipe e que importa muito ouvir àqueles que estão lá para ajudá-lo. È claro, com o tempo a tendência é melhorar.
O que percebi é que Doria se mostrou muito disponível ao avaliar de perto as equipes e seu desempenho, pareceu interado com tudo que aconteceu porque viu e não porque só passaram um resumo dos acontecimentos.
Roberto é ótimo, marcou o programa. Dória tem tudo para ter o mesmo sucesso ou mais, com uma abordagem bem diferente.
Quanto aos nossos aprendizes: Adorei a liderança do PAN, se mostrou sereno, soube controlar sem opressão e sem stress. Foi muito sábio ao dizer que o que importava não era que a idéia de fulana ou de ciclana fosse feita, mas que a equipe fizesse o melhor trabalho. O que é muito difícil, porque a ansiedade de mostrar serviço na primeira prova é muito grande.A equipe fez um excelente trabalho, não vou detalhar o que achei de cada participante até pq não tenho nem argumentos, visto que o 1º programa não consegue nos dar base para análise, apenas primeiras percepções daqueles que tiveram papel de destaque, como os líderes.
O erro foi claro da equipe de Renata: atendimento. Por não ter experiência profissional isso pode ter afetado seu rendimento, não que isso seja necessário para se dar bem no programa, mas lá também contamos muito com a sorte. Ela estava em destaque por ser a primeira líder e a prova pedia um pouco mais de conhecimento pratico como, por exemplo, não interpretar o briefing e passar sua interpretação para a equipe e sim apenas absorve-lo e, junto com a equipe, fazer uma análise do que foi pedido. Erros acontecem, não importa quantas edições tenham, se exemplos fossem suficientes para aprendermos, já nasceríamos sábios, pois quantas coisas fazemos na vida e temos que escutar: eu avisei. A absorção de aprendizado por exemplos vistos vai de cada pessoa, mas nunca vai ter a eficiência do que aprender na pele, sentindo, sofrendo, errando e analisando.
Renata Bacha, ser primeira líder não é fácil, acho que é uma das partes mais difíceis do programa. Você não conhece o perfil de trabalho de sua equipe. Você tem idéia, mas não sabe o que esperar de cada um. Voce não sabe como lidar com algumas situações que viram bobas no decorrer das provas, como administração do dinheiro, das idéias, dos acontecimentos, da emoção, “será que sou uma boa líder”, “será que ta certo”, enfim. Nas próximas tarefas os participantes já vão saber lidar com algumas coisas aprendidas e vividas na tarefa passada e vão saber o que podem fazer ou não.
Ser líder na derrota é mais complicado ainda quando se tem uma equipe equilibrada, onde não teve nenhum integrante que se destoou negativamente dos demais, onde tudo está de igual pra igual. Não importa o que tenha feito, a responsabilidade de tudo sempre é do líder.
Achei um primeiro episódio coerente, não houve julgamentos equivocados e decisões mal tomadas e o melhor é que ninguém foi colocado na cruz, de forma tão agressiva que nem eu me senti e que nem o Guilherme certamente sentiu, não foi uma edição óbvia e não fez da eliminada um poço de incompetência.
Confesso que não gostei do estilo da musica de abertura, mas a abertura ficou LINDA, criativa, demais!Adorei!
Enfim, pelo primeiro capitulo acho que não há mais nada a se dizer: Com certeza, marcamos muito e muito bem nossa edição, fizemos o trabalho direitinho, mostramos garra, força e determinação (BEST é garra, força e determinação...lembram?!). Mostramos que somos ótimos e que sim, vamos fazer falta pra muita gente. Mas é preciso saber dar aos novatos a oportunidade de mostrar para o que vieram. A melhor lição do Aprendiz é saber perder dignamente e saber olhar com otimismo uma edição com mesmo foco da nossa e poder falar: espero que façam melhor do que fizemos. Eu realmente espero (pelo menos me policio para tal). Quem deve ganhar nisso tudo é o telespectador, que deve sempre lembrar de nós, mas saber que o programa é uma evolução e não uma regressão na qualidade.
Parabéns, a produção, edição, aprendizes, apresentador e conselheiros.
Mas eu espero, da próxima vez, ver mais emoção na cara dos aprendizes, mais força, mais argumentação, quero ver o circo pegar fogo de emoções. Afinal, esse é o bom de ser universitário:as emoções afloram a nossa pele e isso é lindo. Chorem (ta, não precisa de tanto como eu fiz!ahhahahah), se emocionem, lutem, sintam, vivam...
terça-feira, 13 de abril de 2010
“Não vendo o que não compro” Será?
Na final do Aprendiz 6, estava eu, na primeira fileira, vendo o show de perguntas e respostas de Marina e Karina e, como sempre, Roberto, Walter e Claudio dão um show de sabedoria.
Como acabei de ler a entrevista de Karina no Aprendiz O Blog e o começo do Aprendiz 7 está chegando, resolvi refletir sobre a questão.
Muitas coisas ditas por eles nós acatamos e achamos sensacional e pensamos: “Porque não pensei nisso antes?”
Mas, confesso que quando o Roberto Justus disse que a resposta que deveria ser dada e que poderia consagrar uma das duas como campeã seria “eu não vendo o que não compro” senti duvida se concordava ou não com essa colocação.
Tudo depende para mim. Quando usamos a comparação de algo tão simples como o funcionamento de maquinas, animais, relações de compra com os seres humanos e nossas relações estamos fadados ao erro. Não que eu seja contra de alguns bons comparativos, mas muitos são equivocados analisados por outro ponto de vista, pois somos complexos demais a ser comparados com algo concreto e “redondinho”.
Concordo com a frase do Roberto se estamos falando de uma relação ESTRITAMENTE profissional. Se tenho uma agencia, monto com a minha cara, meus pensamentos e minha forma de agir, quero que ela se diferencie das demais por diversos motivos e tenho que provar que MINHA EMPRESA é melhor do que a concorrente para o cliente, pois se eu não consigo defender minha própria empresa, quem vai conseguir?Ok.
Mas quando estamos falando de pessoas, das emoções envolvidas, das qualidades percebidas, dos defeitos expostos, se estamos falando de PESSOAS, então não concordo. Você pode pensar que RJ estava procurando uma profissional, mas quem busca um profissional busca uma PESSOA, de carne e osso e não uma maquina. A arrogância em pensar que você não pode exaltar as qualidades de uma pessoa com quem conviveu muito tempo é ridículo.
Tudo bem que você seja a melhor pessoa a ser escolhida, mas perai, enxergar que aquela com quem disputa uma vaga é uma pessoa com qualidades e defeitos diferentes do seu e que chegou até ali por diversas razões é essencial para conseguir uma auto-análise. Falar que Marina é uma pessoa corajosa e que Karina é uma líder nata não significa que você esta “vendendo” o que não “compra”, você esta sendo humilde, como todo profissional deve ser, em reconhecer as qualidades e características das pessoas que passam por você e que uma hora pode ser sua parceira, outra concorrente.
Afinal, esse mundo é pequeno. Um dia seu concorrente por algum motivo pode se tornar um parceiro e essa pessoa nunca vai esquecer do valor que deu à ela ao enxergar suas qualidades. Agora, se você não “comprar” ninguém, você nunca vai conseguir se “vender “para os outros.
Como acabei de ler a entrevista de Karina no Aprendiz O Blog e o começo do Aprendiz 7 está chegando, resolvi refletir sobre a questão.
Muitas coisas ditas por eles nós acatamos e achamos sensacional e pensamos: “Porque não pensei nisso antes?”
Mas, confesso que quando o Roberto Justus disse que a resposta que deveria ser dada e que poderia consagrar uma das duas como campeã seria “eu não vendo o que não compro” senti duvida se concordava ou não com essa colocação.
Tudo depende para mim. Quando usamos a comparação de algo tão simples como o funcionamento de maquinas, animais, relações de compra com os seres humanos e nossas relações estamos fadados ao erro. Não que eu seja contra de alguns bons comparativos, mas muitos são equivocados analisados por outro ponto de vista, pois somos complexos demais a ser comparados com algo concreto e “redondinho”.
Concordo com a frase do Roberto se estamos falando de uma relação ESTRITAMENTE profissional. Se tenho uma agencia, monto com a minha cara, meus pensamentos e minha forma de agir, quero que ela se diferencie das demais por diversos motivos e tenho que provar que MINHA EMPRESA é melhor do que a concorrente para o cliente, pois se eu não consigo defender minha própria empresa, quem vai conseguir?Ok.
Mas quando estamos falando de pessoas, das emoções envolvidas, das qualidades percebidas, dos defeitos expostos, se estamos falando de PESSOAS, então não concordo. Você pode pensar que RJ estava procurando uma profissional, mas quem busca um profissional busca uma PESSOA, de carne e osso e não uma maquina. A arrogância em pensar que você não pode exaltar as qualidades de uma pessoa com quem conviveu muito tempo é ridículo.
Tudo bem que você seja a melhor pessoa a ser escolhida, mas perai, enxergar que aquela com quem disputa uma vaga é uma pessoa com qualidades e defeitos diferentes do seu e que chegou até ali por diversas razões é essencial para conseguir uma auto-análise. Falar que Marina é uma pessoa corajosa e que Karina é uma líder nata não significa que você esta “vendendo” o que não “compra”, você esta sendo humilde, como todo profissional deve ser, em reconhecer as qualidades e características das pessoas que passam por você e que uma hora pode ser sua parceira, outra concorrente.
Afinal, esse mundo é pequeno. Um dia seu concorrente por algum motivo pode se tornar um parceiro e essa pessoa nunca vai esquecer do valor que deu à ela ao enxergar suas qualidades. Agora, se você não “comprar” ninguém, você nunca vai conseguir se “vender “para os outros.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Confissão de uma Y (e um pouco mais que isso)
Tenho que confessar o que está sendo pra mim os anseios no ambito profissional e pessoal. Eu acredito que a grande maioria gosta de ler algo e ver que não é o unico bobo da corte ou que não é o unico estranho ser a pensar de certa forma.
Acabei de ver a palestra de Liliane no TEDx Vila Mada e me inspirei para escrever esse post. Não vou me camuflar nos meu textos e nos meus pensamentos incompreendidos. Vou dar cara a tapa!
Quero dizer...
Quero dizer que o nome do meu blog é aquilo que penso a respeito de tudo, ou quase tudo. Sou a "contra", nao gosto de esteriotipo, de formulas, de coisinhas prontas, de matérias tendenciosas e nao gosto de nada igual a maioria. Meus textos tentam passar essa minha visão, mas de uma forma mais sutil e trabalhada.Ou seja, sou revoltada por natureza
Quero dizer que sou revoltadíiiissima com processos de trainee q fazem a gente de comunicaçao, pessoas tão desenvoltas, espertas, criativas a fazerem teste de logica e descobrir qual é a resposta da fórmula X+XXXXXX+X²+Y= eu queria dizer para o RH o seguinte: " Kraa!eu nao seeei!mas eu posso saber coisas mais interessantes que isso e posso mostrar se me permitir dar novos pontos de contato comigo que nao seja logica, ingles e conhecimentos gerais". Gente, existe coisa mais clichê do que conhecimentos gerais?!Ter noçao de conhecimentos gerais, alem de obrigação, é algo que voce le ou viu em algo lugar mais nao entende bosta nenhuma!
(exceção: vale ressaltar minha admiraçao pelo processo da Natura que foi excepcional!pena que nao passei nas provas presenciais...mas é o case de sucesso pra mim!)
Quero dizer que nao gosto dos horarios de trabalho. Sou empreendedora sim! e montarei minha empresa. E com certeza meus funcionarios nao irao acordar as 5 da manha e n vou fazer eles camelarem de madruga pra chegar no trabalho e tbm n vo fazer com que eles saiam 6 da tarde como reloginhos ou maquinas programadas. Vou prezar pelo trabalho e nao pelos formalismos. Ta eu sei q nao da pra controlar tudo sem horarios. Mas isso sao criticas sem previas respostas (nao estraga! =P) Queria poder fazer meu horario e poder cuidar da minha vida pessoal!
Mas Quero dizer tambem que nao me importo nem um pouco de me doar, de ficar até mais tarde, de trabalhar no final de semana para entregar algo legal, bem feito! Isso é Geração Y...doação e não aversão.
Quero dizer que essa semana foi excepcional pra mim, por saber que minha fraca memória, meu DDA (nada grave ta?) e que minha dificuldade de compreensão instantanea foram identificadas como ALTA CRIATIVIDADE! ALELUIA!algo me entendeu!
(matéria aqui: http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/mentes-lentas-podem-gerar-ideias-mais-criativas-20100331.html )
Quero dizer que gostaria de construir a solução do planeta, mas nao posso...enqto isso posso tentar ajudar outros "loucos" como eu!
"Somos loucos, mas somos muitos poucos" Será?!
Acabei de ver a palestra de Liliane no TEDx Vila Mada e me inspirei para escrever esse post. Não vou me camuflar nos meu textos e nos meus pensamentos incompreendidos. Vou dar cara a tapa!
Quero dizer...
Quero dizer que o nome do meu blog é aquilo que penso a respeito de tudo, ou quase tudo. Sou a "contra", nao gosto de esteriotipo, de formulas, de coisinhas prontas, de matérias tendenciosas e nao gosto de nada igual a maioria. Meus textos tentam passar essa minha visão, mas de uma forma mais sutil e trabalhada.Ou seja, sou revoltada por natureza
Quero dizer que sou revoltadíiiissima com processos de trainee q fazem a gente de comunicaçao, pessoas tão desenvoltas, espertas, criativas a fazerem teste de logica e descobrir qual é a resposta da fórmula X+XXXXXX+X²+Y= eu queria dizer para o RH o seguinte: " Kraa!eu nao seeei!mas eu posso saber coisas mais interessantes que isso e posso mostrar se me permitir dar novos pontos de contato comigo que nao seja logica, ingles e conhecimentos gerais". Gente, existe coisa mais clichê do que conhecimentos gerais?!Ter noçao de conhecimentos gerais, alem de obrigação, é algo que voce le ou viu em algo lugar mais nao entende bosta nenhuma!
(exceção: vale ressaltar minha admiraçao pelo processo da Natura que foi excepcional!pena que nao passei nas provas presenciais...mas é o case de sucesso pra mim!)
Quero dizer que nao gosto dos horarios de trabalho. Sou empreendedora sim! e montarei minha empresa. E com certeza meus funcionarios nao irao acordar as 5 da manha e n vou fazer eles camelarem de madruga pra chegar no trabalho e tbm n vo fazer com que eles saiam 6 da tarde como reloginhos ou maquinas programadas. Vou prezar pelo trabalho e nao pelos formalismos. Ta eu sei q nao da pra controlar tudo sem horarios. Mas isso sao criticas sem previas respostas (nao estraga! =P) Queria poder fazer meu horario e poder cuidar da minha vida pessoal!
Mas Quero dizer tambem que nao me importo nem um pouco de me doar, de ficar até mais tarde, de trabalhar no final de semana para entregar algo legal, bem feito! Isso é Geração Y...doação e não aversão.
Quero dizer que essa semana foi excepcional pra mim, por saber que minha fraca memória, meu DDA (nada grave ta?) e que minha dificuldade de compreensão instantanea foram identificadas como ALTA CRIATIVIDADE! ALELUIA!algo me entendeu!
(matéria aqui: http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/mentes-lentas-podem-gerar-ideias-mais-criativas-20100331.html )
Quero dizer que gostaria de construir a solução do planeta, mas nao posso...enqto isso posso tentar ajudar outros "loucos" como eu!
"Somos loucos, mas somos muitos poucos" Será?!
segunda-feira, 15 de março de 2010
Todos deveriam ser classe a Nova Classe Média
Não vou citar nomes, nem fontes de pesquisa, a realidade está visível àqueles que estão abertas a vê-la.
Meu trabalho hoje, nada mais é que abrir os olhos, tirar viseiras que limitam o ângulo de visão, enfim, enxergar a realidade em toda sua dimensão.
A visão que adquiri em dois meses de experiência não é a maior ou melhor, mas diferente. Não é complexa e sim simplista, básica e útil.
Aprender ser o outro é uma das maiores lições da vida, aprender a olhar o próximo como a ti mesmo. É aí que a vida e o trabalho se cruzam.
Essa lição do trabalho me trouxe a uma lição da vida. Todos nós deveríamos ser classe D. Não nos quesito ganhar pouco, mas no quesito batalhador, multi-tarefador e conquistador.
As classes CDE compram melhor que as classes A e B. Ninguém pesquisa, compara, usa, desaprova, reclama, induz, critica, elogia, indica e se relaciona com produtos e marcas melhores que eles. A relação que mantém com os produtos é uma lição de como lidar com vários fatores da vida: resistir à produtos encantadores, porém pouco eficazes; não resistir a uma promoção ou liquidação de um bom produto; jamais recusar-se a experimentar o novo; sempre recusar produtos de custo baixíssimo com qualidade de igual nível; estar sempre aberto àquilo que traz benefícios claros e objetivos e também àqueles que trazem qualidades abstratas, mas nunca inexistentes ou fantasiosas como muitos mostram nas propagandas.
Devemos sim buscar a inspiração nesse consumidor, porque responsabilidade e desenvolvimento sustentável diz respeito também de como lidamos com o dinheiro e como o valorizamos.
Uma cabeleireira que ganha 600 reais de Classe D tem em sua sala TV LCD e Home theater. Como? Apenas economizando um pouco ali, outro aqui, guardando dinheiro e sabendo usar o crediário.
Para saber distribuir pouco dinheiro para muitas ambições é preciso descobrir as empresas, desvendá-las e explorar pontos fortes e fugir dos negativos. A maioria das pessoas da classe CDE possuem o habito de ter até 4 celulares(isso, quatro!), cada um com um chip de operadora diferente e, ao anotar o contato de alguém anotam junto a operadora para utilizar o bônus de ligação para mesma operadora, sem gastar 1 real.
E vocês acham que eles não têm seus pequenos luxos? Só essa classe foi responsável por aumentar o consumo de cosméticos recentemente no Brasil.
Aquela propaganda luxuosa, mega criativa, porém pouco didática que fala de qualidades irreais, abstratas e pouco substanciosas serve para prêmios em Cannes, mas não serve para aumentar o consumo perante a Nova Classe Média.
È preciso ser claro, transparente, simples e verdadeiro. O que eles buscam é o ser - humano que tem por trás do processo de criação e venda de um produto – valorizam o bom atendimento, sendo esse um grande diferencial de uma empresa que o bem recepciona. Pois é, eles aprenderam a lição de casa: a pressa é inimiga da perfeição. Enquanto muitos executivos de alto poder aquisitivo querem rapidez, eles querem é qualidade. Qual é melhor? Tudo bem, depende da sua necessidade.
Mas peça um serviço bom e depois peça um serviço rápido e veja qual sai melhor.
Inúmeras pessoas e empresas recusam-se enxergar a importância desse consumidor.
Também, é muito mais fácil vender para quem não tem tempo de pesquisar tanto, para quem tem um bom poder aquisitivo para comprar produtos de valores tão surreais quanto questionáveis.
Estudar o mercado da Nova Classe Média é aprender a fazer propaganda como deveria ser: honesta, simples e, ainda assim, criativa. É aprender a colocar o produto na posição que ele merece estar.
Enfim, a relação que eles têm com os produtos é que devemos aprender a ter com o dinheiro. Não deixe a falta de tempo impedir de reclamar aquele mínimo defeito de um produto, daquele pequeno valor cobrado indevido. Vá atrás dos seus direitos, porque quem será palhaço é aquele que compra e não luta pelos seus direitos, aquele que consome o que é caro e não possui uma qualidade excelente. A excelência tem que estar no serviço/produto e não só no valor monetário.
Nesse dia do consumidor vale repensar.
Feliz dia do circo, para quem é palhaço. Feliz dia do consumidor para quem não é.
Meu trabalho hoje, nada mais é que abrir os olhos, tirar viseiras que limitam o ângulo de visão, enfim, enxergar a realidade em toda sua dimensão.
A visão que adquiri em dois meses de experiência não é a maior ou melhor, mas diferente. Não é complexa e sim simplista, básica e útil.
Aprender ser o outro é uma das maiores lições da vida, aprender a olhar o próximo como a ti mesmo. É aí que a vida e o trabalho se cruzam.
Essa lição do trabalho me trouxe a uma lição da vida. Todos nós deveríamos ser classe D. Não nos quesito ganhar pouco, mas no quesito batalhador, multi-tarefador e conquistador.
As classes CDE compram melhor que as classes A e B. Ninguém pesquisa, compara, usa, desaprova, reclama, induz, critica, elogia, indica e se relaciona com produtos e marcas melhores que eles. A relação que mantém com os produtos é uma lição de como lidar com vários fatores da vida: resistir à produtos encantadores, porém pouco eficazes; não resistir a uma promoção ou liquidação de um bom produto; jamais recusar-se a experimentar o novo; sempre recusar produtos de custo baixíssimo com qualidade de igual nível; estar sempre aberto àquilo que traz benefícios claros e objetivos e também àqueles que trazem qualidades abstratas, mas nunca inexistentes ou fantasiosas como muitos mostram nas propagandas.
Devemos sim buscar a inspiração nesse consumidor, porque responsabilidade e desenvolvimento sustentável diz respeito também de como lidamos com o dinheiro e como o valorizamos.
Uma cabeleireira que ganha 600 reais de Classe D tem em sua sala TV LCD e Home theater. Como? Apenas economizando um pouco ali, outro aqui, guardando dinheiro e sabendo usar o crediário.
Para saber distribuir pouco dinheiro para muitas ambições é preciso descobrir as empresas, desvendá-las e explorar pontos fortes e fugir dos negativos. A maioria das pessoas da classe CDE possuem o habito de ter até 4 celulares(isso, quatro!), cada um com um chip de operadora diferente e, ao anotar o contato de alguém anotam junto a operadora para utilizar o bônus de ligação para mesma operadora, sem gastar 1 real.
E vocês acham que eles não têm seus pequenos luxos? Só essa classe foi responsável por aumentar o consumo de cosméticos recentemente no Brasil.
Aquela propaganda luxuosa, mega criativa, porém pouco didática que fala de qualidades irreais, abstratas e pouco substanciosas serve para prêmios em Cannes, mas não serve para aumentar o consumo perante a Nova Classe Média.
È preciso ser claro, transparente, simples e verdadeiro. O que eles buscam é o ser - humano que tem por trás do processo de criação e venda de um produto – valorizam o bom atendimento, sendo esse um grande diferencial de uma empresa que o bem recepciona. Pois é, eles aprenderam a lição de casa: a pressa é inimiga da perfeição. Enquanto muitos executivos de alto poder aquisitivo querem rapidez, eles querem é qualidade. Qual é melhor? Tudo bem, depende da sua necessidade.
Mas peça um serviço bom e depois peça um serviço rápido e veja qual sai melhor.
Inúmeras pessoas e empresas recusam-se enxergar a importância desse consumidor.
Também, é muito mais fácil vender para quem não tem tempo de pesquisar tanto, para quem tem um bom poder aquisitivo para comprar produtos de valores tão surreais quanto questionáveis.
Estudar o mercado da Nova Classe Média é aprender a fazer propaganda como deveria ser: honesta, simples e, ainda assim, criativa. É aprender a colocar o produto na posição que ele merece estar.
Enfim, a relação que eles têm com os produtos é que devemos aprender a ter com o dinheiro. Não deixe a falta de tempo impedir de reclamar aquele mínimo defeito de um produto, daquele pequeno valor cobrado indevido. Vá atrás dos seus direitos, porque quem será palhaço é aquele que compra e não luta pelos seus direitos, aquele que consome o que é caro e não possui uma qualidade excelente. A excelência tem que estar no serviço/produto e não só no valor monetário.
Nesse dia do consumidor vale repensar.
Feliz dia do circo, para quem é palhaço. Feliz dia do consumidor para quem não é.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
A indústria de auto-ajuda
A indústria de conselhos cresce e porque as pessoas não crescem junto?
Cada dia mais pessoas compram livros de auto-ajuda, sobre bons comportamentos, perfil profissional adequado e mundo sustentável, mas mesmo assim não se percebe uma alteração de comportamento plausível por esses leitores.
As pessoas consomem livros como consomem bens diversos: compram por modismos os best-sellers e dessa forma sentem-se inseridas na intelectualidade das pessoas cultas. O ser - humano se perde na imensidão de conhecimento e de pseudo- ensinamentos e acaba perdendo a percepção do que é realmente interessante para si.
Já q é de conselhos que se vive o homem, aqui vai mais um:
Menospreze o conhecimento geral, o gosto popular. Valorize o conhecimento pessoal, a leitura de si. Grandes pessoas não lêem só aquilo que é de gosto popular, são sim grandes pessoas por adentrar no seu universo particular e experimentar aquilo que não vem dos outros mas de si próprio .
Isso não significa ignorar aquilo que é comum a todos, mas desconfiar. Aquilo que a todos agradam, não deve ser tão relevante.
Cada dia mais pessoas compram livros de auto-ajuda, sobre bons comportamentos, perfil profissional adequado e mundo sustentável, mas mesmo assim não se percebe uma alteração de comportamento plausível por esses leitores.
As pessoas consomem livros como consomem bens diversos: compram por modismos os best-sellers e dessa forma sentem-se inseridas na intelectualidade das pessoas cultas. O ser - humano se perde na imensidão de conhecimento e de pseudo- ensinamentos e acaba perdendo a percepção do que é realmente interessante para si.
Já q é de conselhos que se vive o homem, aqui vai mais um:
Menospreze o conhecimento geral, o gosto popular. Valorize o conhecimento pessoal, a leitura de si. Grandes pessoas não lêem só aquilo que é de gosto popular, são sim grandes pessoas por adentrar no seu universo particular e experimentar aquilo que não vem dos outros mas de si próprio .
Isso não significa ignorar aquilo que é comum a todos, mas desconfiar. Aquilo que a todos agradam, não deve ser tão relevante.
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