Não, não vou conseguir falar da péssima tarefa que as duas equipes fizeram, do horário curtíssimo de execução e pra finalizar uma recompensa bem tosca.
Isso pra mim nada importa. Agora vou falar de valores.
Conrado, péssimo líder, falta de inteligência emocional, faltou equilíbrio, postura, firmeza. Mas até ai, nada do que muitos lá não demonstraram ou demonstrarão no decorrer do programa. Mas até aí demonstrou ser pessoa de boa índole, humilde, reconhece seus erros – ter acima de tudo – valores
Aimee, não sei o que dizer dela, não me lembro de algo significativo que ela tenha feito para poder caracterizá-la. Mas hoje, vi algo nada agradável.
Primeiro de tudo: Quando a pergunta feita foi: “Diga-me sobre você...” ela fugiu do objetivo, focando no líder e seus erros para justificar os seus. Competência seria aproveitar a oportunidade para dar mais relevância as suas próprias atitudes positivas. A defesa, nesse caso, é SIM o melhor ataque.
Contra suas qualidades, não há boca. Contra as suas atitudes, não há teorias.
Olhar para si mesmo é uma qualidade importantíssima em um profissional.
E, além disso, ao falarmos de questões que envolvam caráter; não há distinção entre pessoal e profissional. Se ela é uma pessoa que age de má fé com os amigos, como agirá em seu ambiente de trabalho?
Índole ultrapassa barreiras do profissional x pessoal.
Não foi apenas um levantamento delicado, não foi uma quase acusação. Foi um ato de covardia. Na falta de qualidades suficientes para se sobressair, fez o mais fácil: empurrar culpas.
Aquilo deveria ter acabado. Nem precisava ter começado. Queríamos saber dos pontos da tarefa e não ouvir acusações indelicadas.
Conrado, pra mim, você sairia. Até a segunda parte da sala começar. Mas, depois do que vi, nada me convenceria ao contrario de que Aimee deveria ser demitida.
Doria, você errou. E feio.
Voce pode ser bobo, chorão, ou o que for. Mas tendo caráter, você vai a qualquer lugar.
Voce sendo esperto, inteligente ou o que for. Não tendo caráter, nada te levara a lugar algum
Pode ser piegas, pode ser romântico, pode parecer ridículo.
Mas não importa. Isso são valores.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Uma nova forma de ver e viver o Aprendiz 7
Saudades....vendo o programa Aprendiz 7meu deu muitas saudades...e muita vontade de estar lá de novo, fazendo tudo outra vez, vivendo tudo mais uma vez...
Mas não tenho preciosismo pela minha edição, não vou erguer uma bandeira AP6 x AP7 porque isso não existe. Cada edição marca de uma forma, cada candidato é um “personagem” lá dentro com sua história, cada programa tem seus pontos fracos e baixos, nada é melhor ou pior, é tudo DIFERENTE. Mas apesar de sabermos disso, gostamos das comparações (faz parte, natural!) e não lidamos muito bem com o novo, com mudanças. As alterações sempre causam estranhamento , até que essa mudança não seja mais novidade.
O Roberto Justus teve 6 edições para mostrar seu perfil e se enganam aqueles que pensam que ele entrou no Aprendiz bafando, ele mesmo nos disse que cada edição era um aprendizado novo, pois não é fácil decidir o rumo dos participantes. Já confessou seus medos, inseguranças e incertezas que rolaram, fora que seu posicionamento na 6º edição não é só pq ele é um bom apresentador, o seu sucesso foi devido a experiência com outras 5 edições.
O João Dória é um ótimo apresentador, líder e profissional. Percebo muito profissionalismo nele e algo melhor ainda: senso de justiça e humanidade.
Foi muito bom vê-lo levando para sala de reunião fotos e comparando a todo o momento as duas equipes, apontou muito bem os erros. Ele soube aproveitar seus conselheiros, ele sabe que aquilo é uma equipe e que importa muito ouvir àqueles que estão lá para ajudá-lo. È claro, com o tempo a tendência é melhorar.
O que percebi é que Doria se mostrou muito disponível ao avaliar de perto as equipes e seu desempenho, pareceu interado com tudo que aconteceu porque viu e não porque só passaram um resumo dos acontecimentos.
Roberto é ótimo, marcou o programa. Dória tem tudo para ter o mesmo sucesso ou mais, com uma abordagem bem diferente.
Quanto aos nossos aprendizes: Adorei a liderança do PAN, se mostrou sereno, soube controlar sem opressão e sem stress. Foi muito sábio ao dizer que o que importava não era que a idéia de fulana ou de ciclana fosse feita, mas que a equipe fizesse o melhor trabalho. O que é muito difícil, porque a ansiedade de mostrar serviço na primeira prova é muito grande.A equipe fez um excelente trabalho, não vou detalhar o que achei de cada participante até pq não tenho nem argumentos, visto que o 1º programa não consegue nos dar base para análise, apenas primeiras percepções daqueles que tiveram papel de destaque, como os líderes.
O erro foi claro da equipe de Renata: atendimento. Por não ter experiência profissional isso pode ter afetado seu rendimento, não que isso seja necessário para se dar bem no programa, mas lá também contamos muito com a sorte. Ela estava em destaque por ser a primeira líder e a prova pedia um pouco mais de conhecimento pratico como, por exemplo, não interpretar o briefing e passar sua interpretação para a equipe e sim apenas absorve-lo e, junto com a equipe, fazer uma análise do que foi pedido. Erros acontecem, não importa quantas edições tenham, se exemplos fossem suficientes para aprendermos, já nasceríamos sábios, pois quantas coisas fazemos na vida e temos que escutar: eu avisei. A absorção de aprendizado por exemplos vistos vai de cada pessoa, mas nunca vai ter a eficiência do que aprender na pele, sentindo, sofrendo, errando e analisando.
Renata Bacha, ser primeira líder não é fácil, acho que é uma das partes mais difíceis do programa. Você não conhece o perfil de trabalho de sua equipe. Você tem idéia, mas não sabe o que esperar de cada um. Voce não sabe como lidar com algumas situações que viram bobas no decorrer das provas, como administração do dinheiro, das idéias, dos acontecimentos, da emoção, “será que sou uma boa líder”, “será que ta certo”, enfim. Nas próximas tarefas os participantes já vão saber lidar com algumas coisas aprendidas e vividas na tarefa passada e vão saber o que podem fazer ou não.
Ser líder na derrota é mais complicado ainda quando se tem uma equipe equilibrada, onde não teve nenhum integrante que se destoou negativamente dos demais, onde tudo está de igual pra igual. Não importa o que tenha feito, a responsabilidade de tudo sempre é do líder.
Achei um primeiro episódio coerente, não houve julgamentos equivocados e decisões mal tomadas e o melhor é que ninguém foi colocado na cruz, de forma tão agressiva que nem eu me senti e que nem o Guilherme certamente sentiu, não foi uma edição óbvia e não fez da eliminada um poço de incompetência.
Confesso que não gostei do estilo da musica de abertura, mas a abertura ficou LINDA, criativa, demais!Adorei!
Enfim, pelo primeiro capitulo acho que não há mais nada a se dizer: Com certeza, marcamos muito e muito bem nossa edição, fizemos o trabalho direitinho, mostramos garra, força e determinação (BEST é garra, força e determinação...lembram?!). Mostramos que somos ótimos e que sim, vamos fazer falta pra muita gente. Mas é preciso saber dar aos novatos a oportunidade de mostrar para o que vieram. A melhor lição do Aprendiz é saber perder dignamente e saber olhar com otimismo uma edição com mesmo foco da nossa e poder falar: espero que façam melhor do que fizemos. Eu realmente espero (pelo menos me policio para tal). Quem deve ganhar nisso tudo é o telespectador, que deve sempre lembrar de nós, mas saber que o programa é uma evolução e não uma regressão na qualidade.
Parabéns, a produção, edição, aprendizes, apresentador e conselheiros.
Mas eu espero, da próxima vez, ver mais emoção na cara dos aprendizes, mais força, mais argumentação, quero ver o circo pegar fogo de emoções. Afinal, esse é o bom de ser universitário:as emoções afloram a nossa pele e isso é lindo. Chorem (ta, não precisa de tanto como eu fiz!ahhahahah), se emocionem, lutem, sintam, vivam...
Mas não tenho preciosismo pela minha edição, não vou erguer uma bandeira AP6 x AP7 porque isso não existe. Cada edição marca de uma forma, cada candidato é um “personagem” lá dentro com sua história, cada programa tem seus pontos fracos e baixos, nada é melhor ou pior, é tudo DIFERENTE. Mas apesar de sabermos disso, gostamos das comparações (faz parte, natural!) e não lidamos muito bem com o novo, com mudanças. As alterações sempre causam estranhamento , até que essa mudança não seja mais novidade.
O Roberto Justus teve 6 edições para mostrar seu perfil e se enganam aqueles que pensam que ele entrou no Aprendiz bafando, ele mesmo nos disse que cada edição era um aprendizado novo, pois não é fácil decidir o rumo dos participantes. Já confessou seus medos, inseguranças e incertezas que rolaram, fora que seu posicionamento na 6º edição não é só pq ele é um bom apresentador, o seu sucesso foi devido a experiência com outras 5 edições.
O João Dória é um ótimo apresentador, líder e profissional. Percebo muito profissionalismo nele e algo melhor ainda: senso de justiça e humanidade.
Foi muito bom vê-lo levando para sala de reunião fotos e comparando a todo o momento as duas equipes, apontou muito bem os erros. Ele soube aproveitar seus conselheiros, ele sabe que aquilo é uma equipe e que importa muito ouvir àqueles que estão lá para ajudá-lo. È claro, com o tempo a tendência é melhorar.
O que percebi é que Doria se mostrou muito disponível ao avaliar de perto as equipes e seu desempenho, pareceu interado com tudo que aconteceu porque viu e não porque só passaram um resumo dos acontecimentos.
Roberto é ótimo, marcou o programa. Dória tem tudo para ter o mesmo sucesso ou mais, com uma abordagem bem diferente.
Quanto aos nossos aprendizes: Adorei a liderança do PAN, se mostrou sereno, soube controlar sem opressão e sem stress. Foi muito sábio ao dizer que o que importava não era que a idéia de fulana ou de ciclana fosse feita, mas que a equipe fizesse o melhor trabalho. O que é muito difícil, porque a ansiedade de mostrar serviço na primeira prova é muito grande.A equipe fez um excelente trabalho, não vou detalhar o que achei de cada participante até pq não tenho nem argumentos, visto que o 1º programa não consegue nos dar base para análise, apenas primeiras percepções daqueles que tiveram papel de destaque, como os líderes.
O erro foi claro da equipe de Renata: atendimento. Por não ter experiência profissional isso pode ter afetado seu rendimento, não que isso seja necessário para se dar bem no programa, mas lá também contamos muito com a sorte. Ela estava em destaque por ser a primeira líder e a prova pedia um pouco mais de conhecimento pratico como, por exemplo, não interpretar o briefing e passar sua interpretação para a equipe e sim apenas absorve-lo e, junto com a equipe, fazer uma análise do que foi pedido. Erros acontecem, não importa quantas edições tenham, se exemplos fossem suficientes para aprendermos, já nasceríamos sábios, pois quantas coisas fazemos na vida e temos que escutar: eu avisei. A absorção de aprendizado por exemplos vistos vai de cada pessoa, mas nunca vai ter a eficiência do que aprender na pele, sentindo, sofrendo, errando e analisando.
Renata Bacha, ser primeira líder não é fácil, acho que é uma das partes mais difíceis do programa. Você não conhece o perfil de trabalho de sua equipe. Você tem idéia, mas não sabe o que esperar de cada um. Voce não sabe como lidar com algumas situações que viram bobas no decorrer das provas, como administração do dinheiro, das idéias, dos acontecimentos, da emoção, “será que sou uma boa líder”, “será que ta certo”, enfim. Nas próximas tarefas os participantes já vão saber lidar com algumas coisas aprendidas e vividas na tarefa passada e vão saber o que podem fazer ou não.
Ser líder na derrota é mais complicado ainda quando se tem uma equipe equilibrada, onde não teve nenhum integrante que se destoou negativamente dos demais, onde tudo está de igual pra igual. Não importa o que tenha feito, a responsabilidade de tudo sempre é do líder.
Achei um primeiro episódio coerente, não houve julgamentos equivocados e decisões mal tomadas e o melhor é que ninguém foi colocado na cruz, de forma tão agressiva que nem eu me senti e que nem o Guilherme certamente sentiu, não foi uma edição óbvia e não fez da eliminada um poço de incompetência.
Confesso que não gostei do estilo da musica de abertura, mas a abertura ficou LINDA, criativa, demais!Adorei!
Enfim, pelo primeiro capitulo acho que não há mais nada a se dizer: Com certeza, marcamos muito e muito bem nossa edição, fizemos o trabalho direitinho, mostramos garra, força e determinação (BEST é garra, força e determinação...lembram?!). Mostramos que somos ótimos e que sim, vamos fazer falta pra muita gente. Mas é preciso saber dar aos novatos a oportunidade de mostrar para o que vieram. A melhor lição do Aprendiz é saber perder dignamente e saber olhar com otimismo uma edição com mesmo foco da nossa e poder falar: espero que façam melhor do que fizemos. Eu realmente espero (pelo menos me policio para tal). Quem deve ganhar nisso tudo é o telespectador, que deve sempre lembrar de nós, mas saber que o programa é uma evolução e não uma regressão na qualidade.
Parabéns, a produção, edição, aprendizes, apresentador e conselheiros.
Mas eu espero, da próxima vez, ver mais emoção na cara dos aprendizes, mais força, mais argumentação, quero ver o circo pegar fogo de emoções. Afinal, esse é o bom de ser universitário:as emoções afloram a nossa pele e isso é lindo. Chorem (ta, não precisa de tanto como eu fiz!ahhahahah), se emocionem, lutem, sintam, vivam...
terça-feira, 13 de abril de 2010
“Não vendo o que não compro” Será?
Na final do Aprendiz 6, estava eu, na primeira fileira, vendo o show de perguntas e respostas de Marina e Karina e, como sempre, Roberto, Walter e Claudio dão um show de sabedoria.
Como acabei de ler a entrevista de Karina no Aprendiz O Blog e o começo do Aprendiz 7 está chegando, resolvi refletir sobre a questão.
Muitas coisas ditas por eles nós acatamos e achamos sensacional e pensamos: “Porque não pensei nisso antes?”
Mas, confesso que quando o Roberto Justus disse que a resposta que deveria ser dada e que poderia consagrar uma das duas como campeã seria “eu não vendo o que não compro” senti duvida se concordava ou não com essa colocação.
Tudo depende para mim. Quando usamos a comparação de algo tão simples como o funcionamento de maquinas, animais, relações de compra com os seres humanos e nossas relações estamos fadados ao erro. Não que eu seja contra de alguns bons comparativos, mas muitos são equivocados analisados por outro ponto de vista, pois somos complexos demais a ser comparados com algo concreto e “redondinho”.
Concordo com a frase do Roberto se estamos falando de uma relação ESTRITAMENTE profissional. Se tenho uma agencia, monto com a minha cara, meus pensamentos e minha forma de agir, quero que ela se diferencie das demais por diversos motivos e tenho que provar que MINHA EMPRESA é melhor do que a concorrente para o cliente, pois se eu não consigo defender minha própria empresa, quem vai conseguir?Ok.
Mas quando estamos falando de pessoas, das emoções envolvidas, das qualidades percebidas, dos defeitos expostos, se estamos falando de PESSOAS, então não concordo. Você pode pensar que RJ estava procurando uma profissional, mas quem busca um profissional busca uma PESSOA, de carne e osso e não uma maquina. A arrogância em pensar que você não pode exaltar as qualidades de uma pessoa com quem conviveu muito tempo é ridículo.
Tudo bem que você seja a melhor pessoa a ser escolhida, mas perai, enxergar que aquela com quem disputa uma vaga é uma pessoa com qualidades e defeitos diferentes do seu e que chegou até ali por diversas razões é essencial para conseguir uma auto-análise. Falar que Marina é uma pessoa corajosa e que Karina é uma líder nata não significa que você esta “vendendo” o que não “compra”, você esta sendo humilde, como todo profissional deve ser, em reconhecer as qualidades e características das pessoas que passam por você e que uma hora pode ser sua parceira, outra concorrente.
Afinal, esse mundo é pequeno. Um dia seu concorrente por algum motivo pode se tornar um parceiro e essa pessoa nunca vai esquecer do valor que deu à ela ao enxergar suas qualidades. Agora, se você não “comprar” ninguém, você nunca vai conseguir se “vender “para os outros.
Como acabei de ler a entrevista de Karina no Aprendiz O Blog e o começo do Aprendiz 7 está chegando, resolvi refletir sobre a questão.
Muitas coisas ditas por eles nós acatamos e achamos sensacional e pensamos: “Porque não pensei nisso antes?”
Mas, confesso que quando o Roberto Justus disse que a resposta que deveria ser dada e que poderia consagrar uma das duas como campeã seria “eu não vendo o que não compro” senti duvida se concordava ou não com essa colocação.
Tudo depende para mim. Quando usamos a comparação de algo tão simples como o funcionamento de maquinas, animais, relações de compra com os seres humanos e nossas relações estamos fadados ao erro. Não que eu seja contra de alguns bons comparativos, mas muitos são equivocados analisados por outro ponto de vista, pois somos complexos demais a ser comparados com algo concreto e “redondinho”.
Concordo com a frase do Roberto se estamos falando de uma relação ESTRITAMENTE profissional. Se tenho uma agencia, monto com a minha cara, meus pensamentos e minha forma de agir, quero que ela se diferencie das demais por diversos motivos e tenho que provar que MINHA EMPRESA é melhor do que a concorrente para o cliente, pois se eu não consigo defender minha própria empresa, quem vai conseguir?Ok.
Mas quando estamos falando de pessoas, das emoções envolvidas, das qualidades percebidas, dos defeitos expostos, se estamos falando de PESSOAS, então não concordo. Você pode pensar que RJ estava procurando uma profissional, mas quem busca um profissional busca uma PESSOA, de carne e osso e não uma maquina. A arrogância em pensar que você não pode exaltar as qualidades de uma pessoa com quem conviveu muito tempo é ridículo.
Tudo bem que você seja a melhor pessoa a ser escolhida, mas perai, enxergar que aquela com quem disputa uma vaga é uma pessoa com qualidades e defeitos diferentes do seu e que chegou até ali por diversas razões é essencial para conseguir uma auto-análise. Falar que Marina é uma pessoa corajosa e que Karina é uma líder nata não significa que você esta “vendendo” o que não “compra”, você esta sendo humilde, como todo profissional deve ser, em reconhecer as qualidades e características das pessoas que passam por você e que uma hora pode ser sua parceira, outra concorrente.
Afinal, esse mundo é pequeno. Um dia seu concorrente por algum motivo pode se tornar um parceiro e essa pessoa nunca vai esquecer do valor que deu à ela ao enxergar suas qualidades. Agora, se você não “comprar” ninguém, você nunca vai conseguir se “vender “para os outros.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Confissão de uma Y (e um pouco mais que isso)
Tenho que confessar o que está sendo pra mim os anseios no ambito profissional e pessoal. Eu acredito que a grande maioria gosta de ler algo e ver que não é o unico bobo da corte ou que não é o unico estranho ser a pensar de certa forma.
Acabei de ver a palestra de Liliane no TEDx Vila Mada e me inspirei para escrever esse post. Não vou me camuflar nos meu textos e nos meus pensamentos incompreendidos. Vou dar cara a tapa!
Quero dizer...
Quero dizer que o nome do meu blog é aquilo que penso a respeito de tudo, ou quase tudo. Sou a "contra", nao gosto de esteriotipo, de formulas, de coisinhas prontas, de matérias tendenciosas e nao gosto de nada igual a maioria. Meus textos tentam passar essa minha visão, mas de uma forma mais sutil e trabalhada.Ou seja, sou revoltada por natureza
Quero dizer que sou revoltadíiiissima com processos de trainee q fazem a gente de comunicaçao, pessoas tão desenvoltas, espertas, criativas a fazerem teste de logica e descobrir qual é a resposta da fórmula X+XXXXXX+X²+Y= eu queria dizer para o RH o seguinte: " Kraa!eu nao seeei!mas eu posso saber coisas mais interessantes que isso e posso mostrar se me permitir dar novos pontos de contato comigo que nao seja logica, ingles e conhecimentos gerais". Gente, existe coisa mais clichê do que conhecimentos gerais?!Ter noçao de conhecimentos gerais, alem de obrigação, é algo que voce le ou viu em algo lugar mais nao entende bosta nenhuma!
(exceção: vale ressaltar minha admiraçao pelo processo da Natura que foi excepcional!pena que nao passei nas provas presenciais...mas é o case de sucesso pra mim!)
Quero dizer que nao gosto dos horarios de trabalho. Sou empreendedora sim! e montarei minha empresa. E com certeza meus funcionarios nao irao acordar as 5 da manha e n vou fazer eles camelarem de madruga pra chegar no trabalho e tbm n vo fazer com que eles saiam 6 da tarde como reloginhos ou maquinas programadas. Vou prezar pelo trabalho e nao pelos formalismos. Ta eu sei q nao da pra controlar tudo sem horarios. Mas isso sao criticas sem previas respostas (nao estraga! =P) Queria poder fazer meu horario e poder cuidar da minha vida pessoal!
Mas Quero dizer tambem que nao me importo nem um pouco de me doar, de ficar até mais tarde, de trabalhar no final de semana para entregar algo legal, bem feito! Isso é Geração Y...doação e não aversão.
Quero dizer que essa semana foi excepcional pra mim, por saber que minha fraca memória, meu DDA (nada grave ta?) e que minha dificuldade de compreensão instantanea foram identificadas como ALTA CRIATIVIDADE! ALELUIA!algo me entendeu!
(matéria aqui: http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/mentes-lentas-podem-gerar-ideias-mais-criativas-20100331.html )
Quero dizer que gostaria de construir a solução do planeta, mas nao posso...enqto isso posso tentar ajudar outros "loucos" como eu!
"Somos loucos, mas somos muitos poucos" Será?!
Acabei de ver a palestra de Liliane no TEDx Vila Mada e me inspirei para escrever esse post. Não vou me camuflar nos meu textos e nos meus pensamentos incompreendidos. Vou dar cara a tapa!
Quero dizer...
Quero dizer que o nome do meu blog é aquilo que penso a respeito de tudo, ou quase tudo. Sou a "contra", nao gosto de esteriotipo, de formulas, de coisinhas prontas, de matérias tendenciosas e nao gosto de nada igual a maioria. Meus textos tentam passar essa minha visão, mas de uma forma mais sutil e trabalhada.Ou seja, sou revoltada por natureza
Quero dizer que sou revoltadíiiissima com processos de trainee q fazem a gente de comunicaçao, pessoas tão desenvoltas, espertas, criativas a fazerem teste de logica e descobrir qual é a resposta da fórmula X+XXXXXX+X²+Y= eu queria dizer para o RH o seguinte: " Kraa!eu nao seeei!mas eu posso saber coisas mais interessantes que isso e posso mostrar se me permitir dar novos pontos de contato comigo que nao seja logica, ingles e conhecimentos gerais". Gente, existe coisa mais clichê do que conhecimentos gerais?!Ter noçao de conhecimentos gerais, alem de obrigação, é algo que voce le ou viu em algo lugar mais nao entende bosta nenhuma!
(exceção: vale ressaltar minha admiraçao pelo processo da Natura que foi excepcional!pena que nao passei nas provas presenciais...mas é o case de sucesso pra mim!)
Quero dizer que nao gosto dos horarios de trabalho. Sou empreendedora sim! e montarei minha empresa. E com certeza meus funcionarios nao irao acordar as 5 da manha e n vou fazer eles camelarem de madruga pra chegar no trabalho e tbm n vo fazer com que eles saiam 6 da tarde como reloginhos ou maquinas programadas. Vou prezar pelo trabalho e nao pelos formalismos. Ta eu sei q nao da pra controlar tudo sem horarios. Mas isso sao criticas sem previas respostas (nao estraga! =P) Queria poder fazer meu horario e poder cuidar da minha vida pessoal!
Mas Quero dizer tambem que nao me importo nem um pouco de me doar, de ficar até mais tarde, de trabalhar no final de semana para entregar algo legal, bem feito! Isso é Geração Y...doação e não aversão.
Quero dizer que essa semana foi excepcional pra mim, por saber que minha fraca memória, meu DDA (nada grave ta?) e que minha dificuldade de compreensão instantanea foram identificadas como ALTA CRIATIVIDADE! ALELUIA!algo me entendeu!
(matéria aqui: http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/mentes-lentas-podem-gerar-ideias-mais-criativas-20100331.html )
Quero dizer que gostaria de construir a solução do planeta, mas nao posso...enqto isso posso tentar ajudar outros "loucos" como eu!
"Somos loucos, mas somos muitos poucos" Será?!
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