quinta-feira, 4 de outubro de 2012
O valor do bolinhos
Eu vejo uma Era de gente fina, elegante e sincera, com habilidade pra dizer mais sim do que não. É a Geração Bota Pra Fazer e, muito além do que construir seu pequeno negócio, sua startup, quer construir valores. Afinal, vemos mercados com muito conhecimento disponível e pouca aderência disso na prática.
Nós, acostumados a demarcar o público-alvo, analisar concorrentes etc., hoje vemos que o maior poder de diferenciação está em estudar de dentro pra fora: tá faltando credibilidade no mercado. Seja com a sua operadora de telefonia móvel ou com o sanduiche que você come, os problemas são imensos e, muito disso, é reflexo do porte da empresa que, ao agregar muita mão-de-obra terceirizada e capilarizada, não tem formato de implantação de valores nos novos colaboradores.
Enfim, as startups com seu poder de controle muito maior sobre os envolvidos no processo, começam a moldar sua base em um solo mais fértil, em que a visão positiva ganha frutos e gera receita. Eu posso observar isso pelo número de lojas de Cupcake que foram abertas, muitas delas montadas por jovens que com todo o carinho, moldam sua empresa com quem molda uma argila.
É um mimo a mais (essa vai para o Rafael Dalpiaz e sua loja Candy Monster), é um sabor a mais, é a inovação efervescente e a colaboração em alta. Como reflexo, elas crescem rapidamente pelo fato de colocarem um ingrediente a mais na massa do bolo: atenção. Nada faz crescer melhor e maior.
Que os nossos bolinhos tão amados inspirem as demais empresas a refletirem de dentro pra fora.
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